
Anúncios no Google e Meta
Campanhas no canal certo para a sua especialidade, com rastreio ligado desde o primeiro dia para separar o que virou consulta do que só virou clique.
O que é
A primeira decisão não é quanto investir, é onde. Especialidade que a pessoa procura quando já sente alguma coisa, como ortopedia, urologia, gastro ou oftalmologia, costuma ser encontrada no Google: existe uma busca ativa acontecendo naquele momento, e o trabalho é estar lá quando ela acontece. Especialidade de descoberta, em que a pessoa vê um resultado, um procedimento ou um conteúdo e só então se interessa, costuma responder melhor no Meta, onde a demanda é criada antes de existir.
Definido o canal, montamos a estrutura da campanha: como os grupos são separados, quais termos entram e quais entram como negativos, quais públicos e quais regiões, e o que conta como conversão. Essa última parte é a que mais gente erra. Se a campanha for otimizada para clique, ela vai entregar clique. Instalamos os eventos que importam para um consultório, do contato iniciado ao agendamento, para que a plataforma aprenda a procurar quem marca consulta, e não quem passa o dedo.
Depois que sobe, o trabalho é diário e não tem fim: cortar o que gasta sem trazer ninguém, reforçar o que traz, ajustar lance, região, horário, público e termo. Campanha de saúde é um dos ambientes mais sensíveis das duas plataformas, então operamos dentro das políticas de cada uma e com a checagem de conformidade do seu conselho antes de qualquer peça ir ao ar.
O que está incluído
Operação de campanha
Rastreio e leitura
A verba de mídia é sempre paga por você direto ao Google e à Meta, no seu cartão e na sua conta. Ela nunca passa pela Pulsea, e a nossa remuneração não é percentual do que você gasta.

O paciente decide no celular, entre uma coisa e outra do dia.
Como funciona
Decidimos onde começar pela sua especialidade e pela sua cidade, e explicamos o motivo. Um canal só, com verba concentrada, no início.
Montamos campanha, públicos e segmentação, instalamos pixel e tag, definimos os eventos de conversão e testamos tudo antes de subir.
As primeiras semanas são de aprendizado da plataforma. Nesse período o custo oscila muito, e ler resultado dia a dia leva a decisão errada.
Com dado suficiente, o trabalho vira rotina: cortar, reforçar, testar novo público e nova peça, e comparar tudo contra a meta do contrato.
Essa é a pergunta que mais aparece na primeira conversa, e a resposta não é preferência nossa. É como as duas plataformas funcionam.
Google e Meta só conseguem entender quem vale a pena procurar depois de acumular um volume mínimo de conversões por semana. Abaixo disso, a entrega fica instável e o custo por pessoa oscila sem parar.
Uma verba modesta partida ao meio deixa as duas campanhas abaixo do mínimo. Em vez de dois canais funcionando, você fica com dois canais permanentemente em aprendizado, e nenhum resultado limpo para ler.
Quando o primeiro canal estabiliza e a verba comporta, o segundo entra para ampliar alcance e reduzir dependência de uma única plataforma. A hora certa aparece no dado, não no calendário.
A verba de mídia é definida no diagnóstico e paga por você direto às plataformas. Ela é separada do investimento no nosso trabalho, que é sob proposta. Nunca prometemos resultado nem número de pacientes como garantia: o que assumimos em contrato é a meta combinada e a operação para persegui-la.
Comece por aqui
Antes de recomendar Google ou Meta, olhamos a sua especialidade, a sua cidade, o seu site e o seu perfil. A recomendação vem escrita, com o motivo e com a verba mínima para a campanha sair da fase de aprendizado.