
O paciente que volta
Desenhamos com você o caminho inteiro da sua paciente: a resposta em minutos, a consulta que termina com a próxima data marcada, o retorno no prazo de cada procedimento, a reavaliação em que o plano cresce e a volta de quem sumiu. Tudo medido, separado do paciente novo.
O que é
Uma paciente que fez consulta e uma toxina e não voltou deixou no seu consultório uma fração do que deixaria seguindo o plano por dois anos. A diferença não está no anúncio: está no que acontece depois da primeira consulta.
Pacientes de injetável cancelam mais de um terço do primeiro reagendamento. Depois da terceira visita, quase ninguém cancela. O trabalho inteiro é levar a sua paciente até a terceira visita, e depois fazer o plano crescer com você.
Começamos pela sua base: quem voltou, em quanto tempo, quem sumiu, quanto vale cada grupo. Você vê a curva de retorno do seu consultório antes de decidir qualquer coisa.
Depois desenhamos o seu ciclo: os intervalos de cada procedimento, definidos por você; uma folha de plano de cuidado que você preenche em dois minutos; o roteiro da recepção para marcar a próxima data antes de a paciente sair; e as mensagens de retorno, pesquisa, avaliação e reativação, com consentimento e aprovadas na Meta.
Todo mês você lê os mesmos números: quantas saíram com data marcada, quantas voltaram no prazo, quantas chegaram à terceira visita, quantas foram reativadas, e a receita que veio de quem voltou, separada da que veio de quem chegou agora.
A avaliação fica no Perfil do Google, escrita pelo paciente. Ela não vira peça de anúncio nem depoimento sobre tratamento, porque a Resolução CFM 2.336/2023 veda esse uso.
O que está incluído
Entregamos
Fica com você
A indicação, o intervalo e o plano são seus: decisão clínica não sai de nós. Nós organizamos, lembramos no prazo e medimos. Este trabalho usa o atendimento no WhatsApp e o acompanhamento de cada contato; se você já tem os dois, ele entra em cima.

Quem já sentou na sua cadeira decidiu confiar em você. Lembrar dela no prazo certo é o mínimo.
Como funciona
Lemos a sua base: quem voltou, em quanto tempo, quem está adormecida. Em três semanas você vê a curva de retorno do consultório e o que ela vale.
Você define os intervalos e as séries de cada procedimento. Nós escrevemos o plano de cuidado, os roteiros da recepção e as mensagens, e você aprova cada texto.
Agenda, mensagens e consentimentos no ar; recepção treinada para marcar a próxima data na saída; painel ligado.
Todo mês, a turma de quatro meses atrás ao lado da de hoje: quantas voltaram, quantas chegaram à terceira visita, o que a pesquisa disse. A cada trimestre, você revisa os intervalos com o número real.
A recepção lê a data que você escreveu no plano e oferece dois horários. Quem sai com data marcada volta; quem sai com "me procura em quatro meses" decide no mês cinco, quando o resultado já passou.
A mensagem sai na semana certa de cada procedimento, em nome do consultório, e fala em reavaliação. Duas mensagens e silêncio. Nunca desconto, nunca "está na hora de reaplicar".
A reavaliação tem pauta: o plano na mão, a próxima fase e o que você quer avaliar. Nenhuma mensagem oferece procedimento. O valor por paciente cresce porque o plano está escrito, não porque alguém vendeu.
Não mandamos mensagem para quem não consentiu, não usamos a base para outra finalidade e não cruzamos dado de paciente entre clientes. A mensagem de retorno lembra e agenda; não trata de assunto clínico. E não publicamos avaliação de paciente como peça.
Comece por aqui
Se a resposta não existe, é porque ninguém contou por turma. O diagnóstico pergunta pela sua base, pelo retorno programado e pela saída da consulta, e mostra o que dá para recuperar antes de comprar um anúncio a mais.